quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Túnel do Tempo!!!

Fazenda do Bicame - Década de quarenta do séc. XIX - São José do Barreiro (Atualmente demolida) Foi propriedade do Conde Moreira Lima
Fazenda Catadupa - Município de São José do Barreiro - Foi Propriedade do Coronel Roque Alves de Magalhães
Fazenda São Francisco - Foto tirada por volta de 1930
Fazenda São Francisco - 1813 - São José do Barreiro - Propriedade de Walton Ferreira Leite
Antigo Grupo Escolar da Vila de Santana dos Tocos... (Atualmente repousa sob as águas da Represa do Funil)
Fazenda Pau D'Alho... Foto anterior ao Tombamento.
Provavelemnte década de 50 do séc. XX
Fazenda Pau D'Alho... Foto anterior ao Tombamento.
Provavelemnte década de 50 do séc. XX
Restauro da Fazenda Pau D'alho... Reconstrução dos Depósitos
Restauro da Faz. Pau D'alho - Reconstrução da Senzala
Restauro da Faz. Pau D'alho - Reconstrução da Tulha
Villa Sinhazinha - Invernada Pinheirinho, Serra da Bocaina - 1914 (Atualmente em ruinas e conhecida como Casa de Pedra) São José do Barreiro
Foto Atual da Villa Sinhazinha (Casa de Pedra)
Igreja Matriz de São José - São José do Barreiro

terça-feira, 4 de outubro de 2011

PATRIMÔNIO HISTORICO DE SÃO JOSÉ DO BARREIRO ESTÁ ABANDONADO!!!



Palco de guerra na Revolução de 1932, Cemitério dos Escravos apresenta um cenário assustador por causa do tempo e do descaso
Credito: 
Reprodução / Rede Vanguarda Descaso com um patrimônio histórico. O Cemitério dos Escravos, em São José do Barreiro, sofre com o abandono. Os túmulos estão aos pedaços. O lugar é assustador. Tem gente que mora perto do local que jura já ter visto até lobisomem. "A cachorrada começou a juntar. Quando foi uma meia noite mais ou menos saiu um cachorro gritando daqui. Ele era um cachorrão peludo e marrom", conta a dona de casa, Sandra Carvalho.

Para quem não acredita em nada disso, preste atenção na historiadora Ludmila Fuzzi. Não existem provas de lobisomens nem assombrações. Mas, é fato histórico: o cemitério, em São José do Barreiro, já foi palco de guerra. "Foi a revolução de 32. No dia 13 de julho de 1932, houve uma resistência entre os paulistas e os legalistas. E foi quando passaram os vermelhinhos, que são aqueles aviões, que soltaram as granadas e ocasionaram a destruição dos túmulos", explicou.

Lendas, mitos, história. Tudo isso ajuda a contar o passado do Cemitério dos Escravos. Mas, o presente é que preocupa. Fica difícil acreditar que é um lugar abandonado é um cemitério. Tanto tempo depois da guerra, o lugar ainda parece bombardeado pelos efeitos do tempo e do descaso. Dessa vez, pelo tempo e pelo abandono.

Credito: Reprodução / Rede Vanguarda Tombado pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico) tem mato, sujeira e desrespeito. Até ossadas podem ser vistas. Indignação para quem tem parentes enterrados no local. "A gente vê toda essa situação de abandono, é muito chato. Têm vários aqui que já se perderam a identificação. Então, tudo isso tem que ser agora revisto e tem que ser colocado para ficar de acordo", disse o diretor de Meio Ambiente, Guilherme Magalhães.

No local estão abrigados 78 túmulos das famílias mais importantes do período do café. O primeiro sepultamento foi feito em 1813. E com o tempo, se tornou um lugar histórico: escravos e barões foram enterrados juntos - algo inédito para a época.

A prefeitura reconhece a situação lamentável. Mas alega que, sozinha, nada pode fazer. "Eu queria ver ele muito bem estruturado, bem organizado, mas a gente não tem dinheiro para conseguir manter isso. Para tomar conta do patrimônio mesmo", disse o diretor de Cultura e Turismo, Edgar Freitas.

Credito: Reprodução / Rede Vanguarda Antes que tudo se perca de vez , o Instituto de Patrimônio Histórico do Vale do Paraíba tenta pressionar as autoridades. E a denúncia de descaso com a história pode chegar ao Ministério Público. "A tornar aquilo um ambiente historicamente apreciável e que tenha uma compreensão, uma utilidade pública", pede o professor, Cristiano Luiz da Silva.

O Condephat disse, por nota, que a manutenção do cemitério é de responsabilidade da Diocese de Lorena, dona do terreno, que após contato com a produção do Vanguarda TV, informou que existe um projeto para colocação de câmeras de monitoramento. A diocese garantiu ainda que a limpeza é feita a cada 15 dias.Só se pra eles né!!Só quem mora aq poded ve q ñ é limpo!!!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

História de São José do Barreiro

    No município se abriram inúmeras fazendas para o plantio de café como a famosa Fazenda Pau D'Alho, o que trouxe grande desenvolvimento ao município, cujas casas e sobrados são hoje marcos da época em que o Município ocupou lugar importante na cafeicultura paulista. A Fazenda da Barra foi construída em 1850. 
    São José do Barreiro é um dos 29 municípios paulistas considerados estâncias turísticas pelo estado de São Paulo, por cumprirem determinados pré requisitos definidos por Lei Estadual. Tal status garante a esses municípios uma verba maior por parte do Estado para a promoção do turismo regional. Também, o município adquire o direito de agregar junto a seu nome o título de estância turística, termo pelo qual passa a ser designado tanto pelo expediente municipal oficial quanto pelas referências estaduais.
    Conhecida pela sua altura e beleza a cachoeira de Santo Izidro com 80 metros de altura, localiza-se dentro do Parque Nacional da Serra da Bocaina, aproximadamente a uma hora e meia do centro; outras famosas cachoeiras também localizam-se dentro do parque, como a Cachoeira das Posses e a Cachoeira do Veado dentre inúmeras outras...

    São José do Barreiro serviu de cenário para os filmes:

A Arvoré dos Sexos (1969)
Bufo e Spallanzani (2001)
Heleno (lançamento 2011)
    Para as Novelas :
Ana Raio e Zé Trovão (1990/1991)

A Idade da Loba (1995)
Desejos de Mulher (2002)
    Para as Mini-séries:
Ilha das Bruxas (1991)
Aquarela do Brasil (2000)
 
    Além da Série:
  Você Decide - O Escândalo (1998)
     São José do Barreiro é famosa pelas suas festas tradicionais voltadas a toda família como a Festa de São José, mais conhecida como Festa de Julho, sempre no terceiro final de semana do mês; por sua Micareta, sempre no segundo final de semana do mês de janeiro e pelo seu animado Carnaval, com blocos de rua todos os dias.
    É famosa também pelo seu casario, pelas suas fazendas históricas, por sua arquitetura colonial, pela sua história, por seus rios, matas e cachoeiras.
Hidrografia:
Represa do Funil
Rio Mambucaba
Inúmeros outros rios
Rodovias:
SP-68
SP-221